Política

Campanha de Flávio relata falha no áudio do horário eleitoral

Foto de arquivo de Flávio Bolsonaro no Senado, em 2026.

Foto de arquivo (setembro de 2026): Carlos Moura/Agência Senado. Recorte do acervo — CC BY-SA 4.0.

Atualização em 13 de outubro de 2026: o Tribunal Superior Eleitoral informou que a ausência de som na propaganda de Flávio Bolsonaro, exibida em 12 de outubro, decorreu de um problema técnico no Pool de Mídias. Segundo a nota oficial, os áudios das duas peças em bloco das 13h não foram carregados durante a finalização dos arquivos.

O TSE explicou que a propaganda de Lula, a segunda da sequência, foi corrigida a tempo de ir ao ar com som. A peça de Flávio também foi corrigida, e o tribunal anunciou sua reexibição conforme a Resolução 23.776/2026. A nota não comprova que a reexibição já ocorreu. Leia o esclarecimento oficial do TSE, publicado em 13/10 às 8h32.

Histórico do caso em 12 de outubro

Atualização em 12 de outubro: segundo reportagem do Metrópoles atualizada às 18h47, o TSE abriu apuração sobre a ausência de áudio. A EBC negou responsabilidade pela falha e afirmou que não tem acesso aos arquivos das campanhas; segundo a empresa, a conferência das mídias cabe ao pool de emissoras. A campanha de Flávio afirma ter enviado o arquivo com áudio. A causa ainda estava em investigação na fonte consultada, sem confirmação de interferência intencional. Leia a atualização e as manifestações no Metrópoles. O relato abaixo preserva as informações iniciais.

A propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro foi exibida sem áudio na televisão nesta segunda-feira, 12 de outubro, durante o horário eleitoral. O episódio foi relatado pelo Metrópoles, que também ouviu a campanha do candidato.

Segundo a equipe de Flávio, o arquivo encaminhado para divulgação continha áudio. A campanha informou que procurava identificar se houve erro na emissora responsável pela geração do sinal. Essa hipótese ainda precisava de confirmação.

O candidato comentou a situação em vídeo nas redes sociais e questionou a coincidência de sua peça ter ficado sem som enquanto a propaganda de Lula, exibida na sequência, teve áudio. O questionamento é uma declaração do candidato, não uma prova de interferência intencional.

Até as informações consultadas para esta matéria, não havia comprovação da causa da falha. O relato da transmissão e as manifestações da campanha devem ser diferenciados de suspeitas sobre a responsabilidade pelo problema.

Fonte: Metrópoles. Imagem: Foto de arquivo (setembro de 2026): Carlos Moura/Agência Senado. Recorte do acervo — CC BY-SA 4.0. Acervo e autoria; licença de uso. Sem alteração de enquadramento; arquivo redimensionado.

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